Não sei exactamente como algo foi assim acontecer. Talvez seja por a ingenuidade ser uma das palavras principais do meu dicionário cerebral ou então porque ainda não cresci e errei o suficiente para poder demonstrar menos de mim a tanta gente. Carência sempre foi o meu forte e a fraqueza sempre aliada a ela.
Gostava de poder amar e ser amada, gostava de sentir as chamadas "borboletas na barriga" novamente. Mas o meu carácter sempre foi um contra para descomplicar os meus sentimentos. Tenho medo quando se aproximam, não sei o que fazer, não sei como agir. Então a minha cabeça rejeita, afasta-se e todo o meu corpo vai junto com ela. Ao invés de amar , odeio e sou odiada. E por tudo isto só me apetecia chorar, mas nem lágrimas tenho para poder suportar
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