diafragmas abstractos
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terça-feira, 23 de julho de 2013
segunda-feira, 15 de julho de 2013
segunda-feira, 8 de julho de 2013
Texto | "Bad Girl"
Não sei exactamente como algo foi assim acontecer. Talvez seja por a ingenuidade ser uma das palavras principais do meu dicionário cerebral ou então porque ainda não cresci e errei o suficiente para poder demonstrar menos de mim a tanta gente. Carência sempre foi o meu forte e a fraqueza sempre aliada a ela.
Gostava de poder amar e ser amada, gostava de sentir as chamadas "borboletas na barriga" novamente. Mas o meu carácter sempre foi um contra para descomplicar os meus sentimentos. Tenho medo quando se aproximam, não sei o que fazer, não sei como agir. Então a minha cabeça rejeita, afasta-se e todo o meu corpo vai junto com ela. Ao invés de amar , odeio e sou odiada. E por tudo isto só me apetecia chorar, mas nem lágrimas tenho para poder suportar
Gostava de poder amar e ser amada, gostava de sentir as chamadas "borboletas na barriga" novamente. Mas o meu carácter sempre foi um contra para descomplicar os meus sentimentos. Tenho medo quando se aproximam, não sei o que fazer, não sei como agir. Então a minha cabeça rejeita, afasta-se e todo o meu corpo vai junto com ela. Ao invés de amar , odeio e sou odiada. E por tudo isto só me apetecia chorar, mas nem lágrimas tenho para poder suportar
domingo, 7 de julho de 2013
quarta-feira, 3 de julho de 2013
terça-feira, 2 de julho de 2013
Texto | A Paixão
Ao por do sol eu me preparava para mais uma noite de folia nunca esperando além de mais uma diversão com os meus. A música já se ouvia ao longe, as luzes começavam a aparecer para iluminar a escuridão. atravesso o jardim com medo de cair, de tropeçar pois já nao estava no estado normal, quando uma pessoa nao anda mas voa. os teus olhos viraram pinceis que ao longo do qual e aproximava mais cores pintavas na noite sem luar onde o luar aparecia somente na tua tela. Criei a primeira impressão com uma certa desconfiança para nao dar logo tudo de mim quando o meu desejo era somente entrgar-me a tu. eu sorri, tu sorriste. Tornamo-nos num só de tantas gargalhadas. O palco da vida tapava-se com um manto vermelho simbolizando a paixão que existia no momento naquela noite de verão. as nossas máscaras caíram, ficamos nus de falsidade e mostramos do que somos feitos sem qualquer tipo de receio. foi entao que eu percebi que eras meu, que naquele momento eu te teria sem pedir porque tu também me querias. E por mais que a religião nao seja o meu forte eu só pedia a Deus para que aquele momento nunca acabasse
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